Meu pavio é muito curto para as coisas ruins...não tenho paciência nem vocação pra ser infeliz, vítima eterna do destino. Acostumei-me a engolir seco às vezes, dormir sobre pedras, mas gosto mesmo é de conforto...deitar a alma em travesseiros macios e dormir sobre as plumas de uma consciência limpa. Atravesso esquinas escuras e já não tenho medo do que pode (ou quer) me fazer mal. Podem me fazer sofrer, mas me vingo sempre sendo FELIZ!
"Eu escrevo para nada e para ninguém. Se alguém me ler será por conta própria e auto-risco. Eu não faço literatura: eu apenas vivo ao correr do tempo. O resultado fatal de eu viver é o ato de escrever. Há tantos anos me perdi de vista que hesito em procurar me encontrar. Estou com medo de começar. Existir me dá ás vezes taquicardia. Eu tenho tanto medo de ser eu. Sou tão perigosa. Me deram um monte e me alienaram de mim. "
Não me prendo a nada que me defina. Sou companhia, mas posso ser solidão. Tranquilidade e inconstância. Pedra e coração. Sou abraços, sorrisos, ânimo, bom humor, sarcasmo, preguiça e sono! Música alta e silêncio. Serei o que você quiser, mas só quando eu quiser. Não me limito, não sou cruel comigo! Serei sempre apego pelo que vale a pena e desapego pelo que não quer valer…
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segunda-feira, 24 de outubro de 2011
Meu pavio é muito curto para as coisas ruins...não tenho paciência nem vocação pra ser infeliz, vítima eterna do destino. Acostumei-me a engolir seco às vezes, dormir sobre pedras, mas gosto mesmo é de conforto...deitar a alma em travesseiros macios e dormir sobre as plumas de uma consciência limpa. Atravesso esquinas escuras e já não tenho medo do que pode (ou quer) me fazer mal. Podem me fazer sofrer, mas me vingo sempre sendo FELIZ!
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